No Herald tribune:
28/10/2008
Fãs de Obama na Europa poderão decepcionar-se caso ele seja eleito
John Vinocour
Em Paris
Se Barack Obama eleger-se presidente dos Estados Unidos na semana que vem, ao assumir ele terá a vantagem de não ter sido visto previamente na Europa como um vilão.
Mas esta vantagem pode não durar muito.
As realidades dos interesses norte-americanos, as responsabilidades dos Estados Unidos e a presidência daquele país significam que todos os instintos vinculados a um poder mais suave e à disposição de conduzir negociações políticas multilaterais, características atribuídas a Obama pelos europeus, poderão rapidamente revelar-se frutos da imaginação.
A título de exemplo, no último sábado um artigo da mídia informou que a França não mais espera que o presidente eleito, presumivelmente Obama, participe de uma reunião de cúpula de 20 países para discutir a crise financeira internacional. A reunião foi articulada por Nicolas Sarkozy, com o apoio de George W. Bush, e deverá ocorrer em 15 de novembro em Washington. Sarkozy deseja ansiosamente a legitimidade conferida pela participação de um líder recém-eleito. Mas Obama respondeu que os Estados Unidos só contam com um presidente de cada vez.
Este é um vislumbre direto do futuro real.
-------------- Ver o artigo na integra no site do Herald Tribune
( Nao se esquecer que 93% dos franceses votariam em Obama se pudessem)
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Ele seguiria o exemplo de Bill Clinton, que já foi descrito por Denis MacShane, então ministro para a Europa no gabinete de Tony Blair, como "um social democrata que administrou Valium à Europa, que era capaz de convencer a Europa com o seu papo, e de falar a linguagem da Europa".
Comop diz a Keli ....Weeeelll...
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