domingo, 8 de fevereiro de 2009

Tecnologia

É outro assunto que me encanta . Ha poucos meses a Keli ganhou um I-phone e ficou maravilhada com a infinidade de recursos do novo celular.

Na última quarta-feira o google lançou em Bangalore, na India, um novo software, o Latitude, que permite que os usuários de celulares e outros dispositivos móveis possam compartilhar automaticamente sua localização com a família e amigos.
Usuários de 27 países incluindo o Brasil,poderão tornar pública sua localização no mapa para outros constantemente por meio do programa google Latitude.
Segundo a BBC, ONGs estariam criticando essa ferramenta,principalmente uma ONG britânica, Privacy International,que trabalha com o direito de proteção à privacidade.
Na seção perguntas e respostas, sobre essa mais nova ferramenta, o google informa que existem controles que permitem que o usuário selecione quem recebe a informação e ha a possibilidade tambem de receber mensagens, dependendo do modelo do celular, informando que o Latitude foi habilitado e será usado por determinda pessoa.

Mas a ONG referida,continua a se manifestar e argumenta que:
"Como está agora, o Latitude pode ser um presente para perseguidores, empregadores que espreitam funcionários, parceiros ciumentos e amigos obsessivos. As ameaças à privacidade dos usuários e à segurança não têm limites, assim como a imaginação daqueles que podem abusar dessa tecnologia", afirma Simon Davies, diretor da Privacy International

Exatos dois meses...

Dia 8 de dezembro passado foi feita a última postagem. Hoje , ha exatos dois meses, volto a registrar o que encontro de mais relevante entre as últimas notícias.

Protecionismo

Me parece que o protecionismo
ja despontou como uma onda gigante assim como a onda Obama que rapidamente se transformou em um verdadeiro tsunami,absolutamente irreversível.
O protecionismo foi o tema principal da revista britânica The Economist nesta semana.
A ameaça protecionista mais visível, neste momento, é a cláusula buy american acrescentada ao pacote de estímulo fiscal enviado pelo Executivo ao Congresso dos Estados Unidos. Segundo a primeira versão dessa cláusula, uma empresa envolvida em obras de infraestrutura ficaria sem acesso aos benefícios tributários se usasse ferro e aço importados. Houve protestos no exterior.
Enquanto outros governantes denunciavam o projeto americano, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciava um pacote para recuperaçao do setor automobilístico que pode incluir, segundo fontes do governo, o compromisso formal de só comprar componentes no mercado interno.

Na Espanha, o ministro da Indústria, Comércio e Turismo, Miguel Sebastián, recomendou a compra de mais produtos nacionais. Isso ainda não é um ato protecionista formal, mas essas ações formalmente legais incluem também, por exemplo, recomendações aos bancos para darem prioridade aos clientes nacionais e as manifestações contra trabalhadores imigrantes. No Reino Unido, por exemplo, está nas ruas uma campanha contra o emprego de trabalhadores estrangeiros nas indústrias locais.

¨Todos os países têm o dever de resistir às tendências protecionistas¨



Há uma semana, ministros encarregados de comércio, reunidos em Davos, na Suíça, alertaram o mundo para o perigo do protecionismo crescente. Na última quinta-feira, nova advertência partiu dos chefes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, da Organização Mundial do Comércio, da Organização Internacional do Trabalho, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. "Todos os países têm o dever de resistir a tendências protecionistas", está escrito no manifesto, firmado também pela primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, anfitriã do encontro.Fonte:Estadao