domingo, 8 de fevereiro de 2009

Exatos dois meses...

Dia 8 de dezembro passado foi feita a última postagem. Hoje , ha exatos dois meses, volto a registrar o que encontro de mais relevante entre as últimas notícias.

Protecionismo

Me parece que o protecionismo
ja despontou como uma onda gigante assim como a onda Obama que rapidamente se transformou em um verdadeiro tsunami,absolutamente irreversível.
O protecionismo foi o tema principal da revista britânica The Economist nesta semana.
A ameaça protecionista mais visível, neste momento, é a cláusula buy american acrescentada ao pacote de estímulo fiscal enviado pelo Executivo ao Congresso dos Estados Unidos. Segundo a primeira versão dessa cláusula, uma empresa envolvida em obras de infraestrutura ficaria sem acesso aos benefícios tributários se usasse ferro e aço importados. Houve protestos no exterior.
Enquanto outros governantes denunciavam o projeto americano, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciava um pacote para recuperaçao do setor automobilístico que pode incluir, segundo fontes do governo, o compromisso formal de só comprar componentes no mercado interno.

Na Espanha, o ministro da Indústria, Comércio e Turismo, Miguel Sebastián, recomendou a compra de mais produtos nacionais. Isso ainda não é um ato protecionista formal, mas essas ações formalmente legais incluem também, por exemplo, recomendações aos bancos para darem prioridade aos clientes nacionais e as manifestações contra trabalhadores imigrantes. No Reino Unido, por exemplo, está nas ruas uma campanha contra o emprego de trabalhadores estrangeiros nas indústrias locais.

¨Todos os países têm o dever de resistir às tendências protecionistas¨



Há uma semana, ministros encarregados de comércio, reunidos em Davos, na Suíça, alertaram o mundo para o perigo do protecionismo crescente. Na última quinta-feira, nova advertência partiu dos chefes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, da Organização Mundial do Comércio, da Organização Internacional do Trabalho, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. "Todos os países têm o dever de resistir a tendências protecionistas", está escrito no manifesto, firmado também pela primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, anfitriã do encontro.Fonte:Estadao

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